Vitor Marques
Executivo de Recursos Humanos. Palestrante. Escritor <><><><><><><><><><><><><><><>< "O horizonte visível é apenas um detalhe para aqueles que enxergam mais longe" Você já sorriu hoje?
27/05/2026
A FORÇA SILENCIOSA DA GRATIDÃO
Em um mundo cada vez mais acelerado, onde metas, prazos e resultados ocupam o centro das atenções, a gratidão surge quase como um gesto simples demais — discreto, silencioso, muitas vezes negligenciado. No entanto, é justamente nessa simplicidade que reside uma de suas maiores forças: a capacidade de transformar, de dentro para fora, tanto quem recebe quanto, sobretudo, quem oferece.
A gratidão, então, deixa de ser apenas um sentimento e passa
a ser uma prática ativa. Ela se manifesta no olhar atento, na escuta sincera,
no gesto espontâneo. Está presente quando escolhemos compreender ao invés de
julgar, colaborar ao invés de competir, apoiar ao invés de ignorar.
Cada gesto importa. Cada palavra de reconhecimento, cada
atitude de apoio, cada momento de presença genuína contribui para criar um
ambiente mais humano, mais acolhedor e mais consciente. E quando esses pequenos
espaços se transformam, algo maior inevitavelmente acontece.
Se quisermos um mundo melhor, mais justo e mais empático, o caminho começa perto — muito perto. Começa em nós, nas nossas atitudes mais simples e, ao mesmo tempo, mais poderosas.
Vitor M S Marques
Executivo de RH, Escritor e Palestrante
Direitos autoriais preservados conforme legislação pertinente. Caso deseje publicar ou utilizar esse conteúdo pode fazer desde que mencione seu autor e fonte da coleta)
OS PASSOS QUE DOU E NÃO VEJO! A HISTÓRIA QUE SE FUNDE COM O PRESENTE E FUTURO A SOBREVIVÊNCIA DO SER E NÃO DO APENAS FICAR!
(Publicação Jornal A Voz de Serpins - Serpins - Portuga EM ABR/2026)
Há um silêncio que só as pequenas aldeias sabem guardar. Não é o silêncio do vazio, mas o da memória. Caminhar por Serpins é como folhear um livro antigo, daqueles que não se leem com pressa, mas com respeito — porque cada esquina, cada pedra, cada varanda tem algo a dizer.
Preservar a história de
pequenas aldeias portuguesas é, antes de tudo, preservar a nossa própria forma
de existir. É garantir que as novas gerações saibam de onde vêm, não apenas em
termos geográficos, mas culturais e humanos. É lembrar que houve um tempo em
que as relações eram feitas à porta de casa, em conversas demoradas, e não
mediadas por ecrãs luminosos.
E talvez, ao fazê-lo,
descubramos algo que as grandes cidades já nos fizeram esquecer: que o futuro
também precisa de raízes.
Vitor Manuel Simões Marques
Executivo de RH, palestrante,
escritor e jornalista
Campinas / SP – Brasil
(Neto de Serpins)
26/05/2026
QUANDO O SILÊNCIO PESA! A SAÚDE MENTAL NAS CIDADES PEQUENAS
Existe uma ideia confortável — e equivocada — de que a vida em cidade pequena protege contra os males emocionais do mundo moderno. Como se ruas mais calmas, menos trânsito e rostos conhecidos fossem suficientes para blindar as pessoas da ansiedade, da depressão e do esgotamento. Não são. O sofrimento psíquico não respeita CEP. Ele apenas muda de forma — e, muitas vezes, se esconde melhor.
O
problema é que o autocuidado virou, em muitos casos, um conceito superficial.
Confunde-se cuidado com consumo: um dia de descanso, um passeio eventual, um
“desligar” momentâneo. Tudo isso ajuda, mas não resolve quando a raiz do
problema está mais profunda. Autocuidado de verdade exige constância,
consciência e, muitas vezes, coragem.
Coragem
para reconhecer limites. Para admitir que não está bem. Para pedir ajuda —
profissional, inclusive. Psicoterapia não é luxo, é investimento em qualidade
de vida. E, sim, ainda há desafios de acesso em cidades pequenas: poucos
profissionais, horários restritos, falta de políticas públicas mais robustas.
Mas a dificuldade de acesso não pode se tornar desculpa para negligência
contínua.Também
é necessário rever hábitos. O excesso de conexão digital, por exemplo, tem
amplificado a sensação de inadequação, comparação e ansiedade. A rotina sem
pausas, a sobrecarga de responsabilidades e a falta de momentos reais de
descanso criam um terreno fértil para o adoecimento. Não se trata apenas de
“ter tempo”, mas de criar tempo para si.
Cuidar
da saúde mental não é um ato egoísta. É um compromisso com a própria vida — e,
consequentemente, com a qualidade das relações que construímos. Pessoas
emocionalmente saudáveis convivem melhor, produzem melhor, vivem melhor. E
cidades são feitas de pessoas.
Que
a gente aprenda, como comunidade e como indivíduo, a se cuidar com a mesma
dedicação que cuida das obrigações. Porque, no fim das contas, nenhuma vida
organizada compensa uma mente em desordem.
A
pergunta que fica não é se você tem tempo para cuidar de si. É: até quando
você vai adiar esse cuidado?
Executivo de RH, Escritor e Palestrante
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O PODER DO MICRO: A REVOLUÇÃO COMEÇA NA SUA CALÇADA
Existe uma narrativa confortável — e perigosa — que diz que grandes mudanças dependem de grandes líderes, grandes investimentos ou grandes eventos. É a ideia de que transformar o mundo é tarefa de “alguém lá de cima”. Enquanto isso, aqui embaixo, seguimos esperando. Observando. Reclamando. Transferindo responsabilidade.
Porque
a verdade é outra: nenhuma transformação consistente nasce grande. Ela
começa pequena, quase invisível, no gesto cotidiano de alguém que decide fazer
diferente. O problema é que aprendemos a subestimar o poder do micro. Achamos
pouco plantar uma árvore, organizar um mutirão, ajudar um vizinho, propor uma
ideia, questionar o que está errado. Mas é exatamente desse “pouco” repetido
que nasce o muito.
E aqui entra um ponto crítico: a juventude.
Nunca
se falou tanto sobre o potencial dos jovens. Mas, na prática, o que se vê em
muitas cidades é um distanciamento crescente. Jovens desacreditados,
desmotivados ou simplesmente desconectados da realidade local. Parte disso vem
da falta de oportunidades, sim. Mas parte também vem de uma cultura que
acostumou essa geração a consumir mais do que construir.
É mais fácil opinar do que agir. Mais rápido criticar do que propor. Mais confortável assistir do que participar.
Mas
nenhuma cidade evolui com espectadores.
Se há algo que precisa ser dito com clareza é: a transformação que muitos esperam já poderia estar acontecendo — se mais gente decidisse começar. E começar não exige perfeição, exige movimento.
O
jovem que organiza um projeto cultural, mesmo pequeno, já está mudando o
ambiente. Aquele que mobiliza amigos para uma ação social, limpa uma praça,
apoia uma causa ou até cria um negócio local está fazendo mais pela cidade do
que mil discursos sobre o que “deveria ser feito”. A diferença está na atitude.
É
preciso também abandonar a ideia de que impacto só existe quando há
visibilidade. Nem toda transformação vira manchete. Mas toda transformação
deixa marca.
E
há um ganho silencioso nesse processo: quem transforma o ambiente também se
transforma. Desenvolve senso de responsabilidade, autonomia, liderança e
pertencimento. Sai da posição passiva e passa a construir a própria história —
e a história do lugar onde vive.
Isso não significa ignorar os problemas estruturais. Eles existem e precisam ser enfrentados. Mas esperar que tudo mude para então agir é inverter a lógica. Muitas vezes, é a ação local que pressiona, inspira e viabiliza mudanças maiores.
Cidades
pequenas têm uma vantagem que não pode ser desperdiçada: proximidade. Aqui, as
ações se espalham mais rápido, as pessoas se conhecem, os impactos são
visíveis. Um movimento ganha força com mais facilidade. Uma ideia encontra
menos barreiras para sair do papel.
Mas isso só acontece quando alguém decide sair da inércia.
E
talvez esse seja o maior desafio da nossa geração: vencer o comodismo
disfarçado de crítica. Parar de apenas apontar o que está errado e começar, de
fato, a construir o que pode ser melhor.
Não
é sobre fazer tudo. É sobre fazer alguma coisa.
A
sua rua pode ser diferente. A sua escola pode ser diferente. O seu grupo de
amigos pode ser diferente. E, a partir disso, a cidade também pode.
A
pergunta não é mais se é possível transformar. É se você está disposto a ser
parte disso.
Porque, no fim, o mundo não muda de uma vez. Ele muda toda vez que alguém decide não esperar — e começa, mesmo pequeno, a fazer.
Vitor M S Marques
Executivo de RH, Escritor e Palestrante
Direitos autoriais preservados conforme legislação pertinente. Caso deseje publicar ou utilizar esse conteúdo pode fazer desde que mencione seu autor e fonte da coleta)
QUANDO PORTUGAL JOGA, O MUNDO PORTUGUÊS SE ENCONTRA
(Publicação Jornal A Voz de Serpins - Serpins - Portuga EM MAI/2026)
Há qualquer coisa de mágico quando começa uma Copa do Mundo. Não é apenas futebol. Nunca foi apenas futebol. É como se o tempo desacelerasse por noventa minutos e milhões de pessoas, espalhadas pelos quatro cantos do planeta, passassem a respirar no mesmo ritmo.
O futebol cria uma rara suspensão das diferenças. Pouco importa a profissão, a posição política, a conta bancária ou o lugar onde cada um escolheu viver. Por instantes, existe apenas um objetivo comum: acreditar. E talvez seja exatamente isso que mais emocione — a capacidade humana de caminhar junta quando existe um sentimento coletivo maior do que o indivíduo.
É curioso perceber como a consciência coletiva se transforma nesses dias. Pessoas que normalmente mal se cumprimentam conversam nas ruas. Cafés silenciosos tornam-se espaços de abraço. Estranhos celebram juntos como velhos amigos. O padeiro, o médico, o estudante, o reformado e o emigrante distante passam a partilhar a mesma ansiedade, o mesmo sorriso e até a mesma superstição.
A pergunta inevitável é: por que conseguimos fazer isso apenas no futebol?
Talvez porque o futebol seja um dos últimos territórios onde ainda nos permitimos sentir pertença sem vergonha. Num tempo em que o individualismo cresce, em que as pessoas se isolam atrás de ecrãs e opiniões, a seleção nacional ainda consegue lembrar que existe força no coletivo.
A união de consciências em torno de um objetivo comum não deveria surgir apenas diante de um relvado. Um país também se constrói quando a sua gente se une para defender valores essenciais: dignidade, respeito, educação, solidariedade, memória, cultura e humanidade. O mesmo fervor que pinta ruas de verde e vermelho poderia igualmente mover sociedades mais justas, comunidades mais humanas e relações menos indiferentes.
Portugal
espalhou-se pelo mundo há séculos. Levou língua, cultura, trabalho e coragem
para continentes inteiros. Hoje, os portugueses espalhados pelo planeta
continuam a provar que a identidade não vive apenas no território — vive
sobretudo no sentimento de pertença.
E talvez seja isso que uma Copa revela com tanta beleza: um país não é apenas uma geografia. É uma consciência coletiva. É a capacidade de milhões de pessoas sentirem-se parte da mesma história, mesmo quando separadas por oceanos.
Quando
Portugal entra em campo, algo maior também entra. Entram memórias de infância,
histórias de família, emigrantes que partiram para procurar futuro, avós que
ensinaram o hino, crianças que descobrem pela primeira vez o orgulho de
pertencer.
No fundo, o futebol apenas acende uma chama que já existia.
A
verdadeira questão é o que fazemos com essa chama quando o campeonato termina.
Porque se a humanidade fosse capaz de se unir em torno da paz, da empatia e do bem comum com a mesma intensidade com que se une por uma bola a atravessar uma baliza, talvez o mundo inteiro pudesse finalmente jogar na mesma equipa.
Vitor Manuel Simões Marques
Executivo
de RH, palestrante, escritor e jornalista
Campinas
/ SP – Brasil
(Neto
de Serpins – Filho de Portugal)
24/09/2025
O CONSUMO EXCESSIVO DE NOTICIAS RUINS PODE TRAZER SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS PARA SUA SAÚDE MENTAL
Vivemos em um tempo em que a informação circula na velocidade de um clique. A cada minuto, milhões de conteúdos são publicados, compartilhados e comentados nas redes sociais e nos portais de notícia. Nesse fluxo constante, as más notícias se destacam: tragédias, crises econômicas, escândalos políticos, violência. O que antes se limitava ao noticiário da noite ou às páginas do jornal, agora está à distância de segundos — e pode ser revisitado a qualquer hora. Mas qual o impacto desse consumo incessante de notícias ruins sobre quem as lê?
A atração pelo negativo - Pesquisas em psicologia mostram que nosso cérebro possui um viés de negatividade: somos naturalmente mais sensíveis a informações negativas do que positivas. Essa característica, que tinha função adaptativa em tempos antigos (estar atento a perigos reais do ambiente), hoje é amplificada pela internet. O resultado é que manchetes dramáticas chamam mais a atenção, geram mais cliques e, consequentemente, circulam mais rápido do que boas notícias.
Ansiedade e sensação de impotência - Ler repetidamente sobre tragédias, violência ou crises cria um efeito cumulativo. Muitos leitores relatam aumento da ansiedade, medo generalizado e até sensação de impotência — como se o mundo estivesse fora de controle. Esse fenômeno já foi chamado de doomscrolling: o hábito de rolar a tela em busca de mais notícias ruins, mesmo sabendo do impacto negativo que isso provoca.
A distorção da realidade - Outro efeito é a percepção distorcida do mundo. Ao se expor majoritariamente a más notícias, cria-se a impressão de que tudo ao redor é hostil e perigoso, quando a realidade é muito mais complexa e multifacetada. Isso pode levar ao pessimismo, ao isolamento social e até ao ceticismo em relação a mudanças positivas.
Como
lidar com esse impacto:
Consumo consciente: estabelecer limites de tempo para acessar notícias.
- Fontes
equilibradas: buscar veículos
que também tragam boas práticas, avanços científicos e histórias
inspiradoras.
- Reflexão crítica: questionar não apenas o conteúdo, mas também o
porquê de ele estar sendo tão divulgado.
- Equilíbrio na
vida offline: investir em
atividades que tragam contato humano, lazer e bem-estar, para
contrabalançar o excesso de negatividade online.
As
notícias ruins têm o poder de informar, mas também de desgastar emocionalmente.
A internet amplia esse impacto, porque coloca o negativo em constante
evidência. Cabe a cada leitor, portanto, desenvolver uma postura mais crítica e
saudável diante do fluxo informacional, escolhendo não apenas o que consome,
mas também a frequência e a profundidade com que se expõe ao que lê. Afinal, se
não podemos controlar todas as más notícias que acontecem no mundo, podemos ao
menos controlar a forma como deixamos que elas nos influenciem.
As boas notícias
Selecionar
apenas notícias boas na internet pode melhorar a vida em vários aspectos,
mas também tem nuances importantes.
Como focar em boas notícias ajuda:
- Reduz ansiedade e
estresse → a exposição contínua
a tragédias e escândalos aumenta a sensação de medo e impotência; já
conteúdos positivos geram calma e esperança.
- Melhora o humor → boas notícias ativam emoções como alegria,
gratidão e otimismo, que influenciam diretamente o bem-estar diário.
- Aumenta a
motivação → histórias
inspiradoras de superação, inovação ou solidariedade podem estimular ações
mais positivas na própria vida.
- Equilibra a
percepção de mundo → mesmo em
meio a crises, também existem avanços, conquistas científicas e gestos de
bondade. Enxergar esse lado ajuda a não ver a realidade apenas sob lentes
negativas.
Mas
há um ponto de atenção !
Ignorar
completamente más notícias pode gerar desinformação. Muitas vezes, estar
a par de fatos difíceis é necessário para compreender o mundo, tomar decisões
conscientes e até se proteger.
O caminho do meio - O ideal não é viver numa “bolha de positividade”, mas sim equilibrar:
- Ter contato com
informações negativas relevantes (para estar informado e preparado).
- Escolher também fontes
que valorizem notícias construtivas.
- Estabelecer limites
de tempo para não mergulhar em excesso no noticiário.
Em resumo: sim, selecionar mais boas notícias melhora a vida, pois alimenta emoções positivas e reduz o desgaste mental. Mas o segredo está no equilíbrio: informar-se sem se afogar na negatividade.
Até breve!
Diretor de RH, Consultor, Palestrante, Escritor e Jornalista - Acadêmico da ACASALE
Contato: vitormarquesy@gmail.com - (19) 99265-6224 (WathsApp)
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O trecho da música “Pedágio dos Ventos” de Jean Tassy assim destaca: “ As bocas caladas enxergam bem mais. Não tem luz prá quem não quis ...
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E m primeiro lugar cabe a pergunta: Você acredita em Papai Noel? Ah, por mais esquisito que possa lhe parecer eu acredito. Não no Papai No...
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