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13/10/2010

CHILE - MINEIROS RESGATADOS - UM EXEMPLO DE LIDERANÇA

Talvez a emoção do resgate dos 33 mineiros no Chile possa apenas reproduzir uma noticia de impacto mundial, talvez seja apenas um fator de comoção mundial e seja esquecida daqui alguns dias.

Mas o que não devemos jamais esquecer é de que naquela situação incerta, desesperadora, houve a presença fundamental de um líder natural, que durante os primeiros 17 dias em que o mundo nem sequer imaginava que haviam sobreviventes, liderou e uniu o grupo, buscou o objetivo maior da sobrevivência, acreditou e fez sua equipe acreditar, distribuiu tarefas, dimensionou e deu motivos para seguir em frente, deu esperança e ao mesmo tempo foi duro (racionou uma colher de atum e meio copo de água para cada mineiro), efetivamente foi Líder.

Nossa empresas precisam descobrir líderes que façam a diferença, que estejam dispostos a superar obstáculos que podem parecer a primeira vista intransponíveis.

Parabéns ao povo chileno, ao povo latino americano pela superação e pela grandeza do resgate.

As grandes conquistas nos remetem a busca pelos fatores de sucesso que as conceberam, eu particularmente nesse caso a dou pela liderança que até o ultimo momento esteve presente.

Vitor Marques

19/02/2010

COMEÇA BRASIL... A GESTÃO DAS PESSOAS NÃO PODE PARAR...




O Carnaval passou, ou melhor, a lenda diz que passou, porem ainda em vários locais no Brasil há a insistência em dar a esta festa nacional uma sobre vida por mais alguns dias e até semanas, existem lugares em que esta sobre vida é permanente, na tentativa de que em um ano todo o Carnaval seja realizado.

Não que eu não seja favorável a existência dessa festa, pelo contrário, sou fã absoluto de que um povo (e eu sou parte disso) aproveite alguns dias para sair da esfera dos padrões do “certinho” e extrapolar os desejos interiores, deixar o lado “palhaço”, o lado “emoção” transbordar e proporcionar a recuperação em nossa mente do espaço criança.

Nessa festa, pessoalmente, aproveito para descansar e compartilhar da presença dos amigos, brincamos juntos o carnaval em chácaras e cidades pequenas, onde alguma essência da festa original está presrvada e desprovida dos grilhões da sociedade, buscamos a capacidade de brincar sadiamente. São momentos inesquecíveis.

Mas é fato, o carnaval acaba tendo fim, acaba este breve momento na quarta feira de cinzas e aí olhamos para nossas obrigações profissionais e começamos avaliando o que podemos fazer para irmos em frente e estabelecer nossos diferenciais pessoais e corporativos.
As organizações em que atuamos começam o frenesi de reativação do país, pois é sabido que somente após o Carnaval o Brasil começa no ano novo efetivamente, as férias e festas passaram e chega a hora da reabilitação corporativa.

Os líderes então começam a restabelecer a gestão das suas equipes de uma maneira mais efetiva, buscam na motivação dar continuidade aos projetos de evolução e busca por resultados, buscam atrair a criatividade e a efetividade de ações positivas em seus liderados.

Na realidade o Carnaval é de fato fator de inspiração, sair da visão pragmática do dia a dia e buscar a visão holística do relacionamento das pessoas. Na Gestão das Pessoas o uso das técnicas motivacionais inspiradas nessa festa carnavalesca pode fazer com que os objetivos das empresas sejam alcançados, desse modo haverá mais entrosamento entre cada colaborador.

Como?

O uso pelo líder de recursos baseados no compartilhamento do que cada membro da equipe vivenciou no Carnaval, do que experimentou, do que deu certo ou errado, do que guardou como resultado positivo ou de insucesso – esta pra´tica dá a toda equipe a visão de que a soma das diferenças é fundamental para os trabalhos que se avistam. A troca de experiências é sempre fator fundamental para fortalecer os elos entre cada membro da equipe. Experimentem essa sugestão.

A Gestão de Pessoas não é somente aplicação de técnicas científicas de como gerenciar pessoas em função dos resultados, é acima de tudo a maneira com que o líder dá oportunidade de que cada membro da equipe possa ser ouvido e e possa falar sobre suas experiências pessoais, afinal cada um é parte do todo, afinal você poderá descobrir novos talentos e novas experiências importantes para seu grupo. A busca de seus desafios será mais objetiva pois a coma de diferentes experiências dá consistência e valida que o Brasil não pode parar.

Bom Carnaval Corporativo a todos. Sucesso e que sua equipe conquiste diferenciais da alegria, da criatividade e da motivação alcançando os resultados desejados.

O enredo de sua equipe é assim, simples na soma das diferenças e forte na conquista do titulo de campeã, campeã na avenida principal da vida corporativa..

Vitor Marques
www.vitormsmarques.blogspot.com

20/01/2010

De Neandertais a Homo Sapiens - Nascimento do Gestor de Pessoas



Em alguns momentos especiais discutindo o papel do gestor de pessoas nos grupos formais de profissionais da área de Gestão de Pessoas ou se preferirem de Recursos Humanos, viví momentos especiais que transformaram minha experiência em descobertas e experiências fantásticas, exercitam através do conhecimento do passado a beleza do futuro.

Nesses momentos especiais, resgatei um pouco da essência dos profissionais de RH, desenvolvi a teoria da evolução do Rh baseada na própria evolução da espécie humana, antes mesmo da primeira empresa, familiar ou não.

Então façamos um exercício de recordação histórica. Tudo começa no tempo em que vivíamos em cavernas e éramos chamados de Neandertais – foi nessa fase humana que o primeiro organograma funcional nasceu, com descrições sumárias de funções, plano de carreira e PLR (resultado da sua parte na caça da sobrevivência), tudo isso fartamente apontado nos slides shows ainda presentes em muitas dessas cavernas.

Naquela altura homens se reuniam em salões refrigerados (Hummm como eram frias as cavernas), com um Data Show arcaico mas funcional, iluminado pelas luz de suas fogueiras, projetava nas paredes rugosas cenas da estratégia de sobrevivência, descrevia histórias de tática e coragem, culminando assim em apresentar suas conquistas.

Nesses salões de pedra ocorriam os primeiros treinamentos com foco na preparação da Geração “A’ – dos futuros caçadores, líderes e serviçais da comunidade, notem atualmente discutimos a famosa Geração ”Y” e recentemente a geração “Z”.

Nas suas reuniões de treinamento, os monitores técnicos, utilizando o conhecimento de campo, pois eram sempre os mais experientes preparavam líderes e liderados, combinava a organização de equipes e projetavam e o Budget da Sobrevivência, tudo isso formatado grunhido a grunhido, gesto a gesto.

Os primeiros processos de Manutenção Preventiva e Preditiva ocorriam, ferramentas eram elaboradas e reparadas, armas, recipientes, tudo estimulado e designado aos membros como missão pelos especialistas do Capital Humano ali disponível.

Eis que num determinado momento da história surgiu nessa organização de Neandertais um visionário, um sonhador, pessoa corajosa, até certo ponto atrevida, se ergueu entre todos e se atreveu a tomar a palavra, ou melhor, o grunhido.

Iniciou seu primeiro discurso orientativo para Braisntorming (Engano que essa técnica tenha surgido na modernidade), passou assim a apresentar sugestões e ganhar a confiança de todos. Suas atitudes eram simples e diretas.

Pessoa astuta passou a sugerir transformações utilizando discursos, relacionamentos interpessoais além de sugerir novos processos, esse personagem identificava num rejeitado organizacional um potencial com futuro promissor.

Especialista nas diretrizes motivacionais, um chamã que reuniu o velho, o presente e o novo num conglomerado de possibilidades e viabilidades.

Esse novo componente do grupo não era o Chefe, foi conduzido a ser seu braço direito, aquele que vislumbrava oportunidades que essencialmente envolviam pessoas e suas habilidades para busca do resultado.

Na mediunidade da administração Neandertal esse Chamã foi classificado como Pagé, Conselheiro ou simplesmente Feiticeiro, através do lado holístico descobriu as possibilidades humanas de alcançarem objetivos.

Descobria sonhos e buscava através da alquimia do relacionamento entre as pessoas transformá-los em realidade. Sua capacidade de projetar idéias e fazer as pessoas acreditarem que o possível é somente a soma dos pontos impossíveis.

Assim nasceu esse novo personagem na história, criou forças e perpetuou-se através dela até nossos dias.

Meus amigos, este personagem foi o primeiro Gestor de Pessoas ou Administrador de Recursos Humanos ou qualquer outro nome que a modernidade possa lhe atribuir.

Transformou uma sociedade baseada em fatos numa sociedade transformadora dos sonhos em realidade. De casos concretos como a morte para vida após a fase terrena, transformou a vida humana, pois os animais irracionais não sonham, eles simplesmente vivem o presente.

O Gestor de Pessoas nasceu assim, com base estruturada na necessidade humana de se renovar, de criar novos horizontes, de buscar relacionamentos com outras pessoas – foi crescendo e tomando força, transformou-se em Homo Sapiens e a todos seus sucessores.

Assim num determinado momento, os Neandertais quando numa reunião de planejamento do Budget da próxima caça ou talvez da uma mudança de caverna, reunidos em volta da fogueira, perceberam que seu Gestor de Pessoas olhava a pessoa da direita e da esquerda, esse gesto se propagava em círculos por todos que ali estavam presentes, pela equipe.

De repente viram que todos acabaram se olhando uns através dos outros, pela passagem do olhar em efeito cascata, assim simplesmente simples descobriram a RODA, que gira em torno de um centro imaginário e que leva aqueles que a dominam a um novo patamar de cultura e crescimento, que facilita comunicação e ação, que possibilitou a ampliação de Sonhos e de Esperança.

Essa foi à passagem mais importante do Gestor de Pessoas, quando se tornou o centro imaginário da roda, mas que ao mesmo tempo conseguiu fazer com que todos que estivessem ali pudessem levar seus sonhos a todas as pessoas do planeta.

Isso é Evolução, assim como você faz em sua vida pessoal e na sua empresa – Transformando Sonhos.

Vitor Marques
www.vitormsmarques.blogspot.com
vitormarquesy@yahoo.com.br

19/10/2009

Podemos subir em uma árvore de duas maneiras ...




Amigos

"Motivar-se pode ser fácil, nos mantermos assim pode ser um pouco mais difícil, mas motivar alguém é muito mais difícil - ainda mais se este alguém se recusa a abrir a porta de seu coração...escutando, meditando e agindo em prol de si mesmo. Podemos subir em uma árvore de duas maneiras - sentando na semente ou escalando seu tronco - a escolha é sempre sua"

(Vitor Marques)

Uma ótima semana a todos

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Motivação
Minha maior motivação...
É saber que o hoje foi feliz ou triste, mas foi vivido.
É ver que hoje eu chorei, sorri e imaginar que amanhã terei mais.
É acordar todos os dias e encontrar um sorriso sincero, é abrir a janela todas as manhãs e ver o sol acordando comigo, ver que apesar da escuridão, lá no alto tem alguém que zela por mim.
É saber que amigos estarão comigo pra consolar as tristezas e compartilhar as alegrias, ver o orvalho do sereno escorrendo pelas folhas das árvores, é saber que o futuro é inexistente, que o passado é triste mas já se foi, que o presente é intenso e esta sendo vivido e aprendido.
Minha motivação é saber que as tristezas duram uma madrugada, mas de manhã elas se vão com a escuridão, porque as tristezas duram apenas uma noite, e eu sei que a vitória vem pela manhã.... Vitória? Sim!! Vitória!
Venci mais uma batalha de 24hs e que sou um dos escolhidos pra viver o dia seguinte onde muitos não passaram de uma triste noite, mas eu passei, com dor e tudo, passei!!!
E estou mais forte, pra passar de novo, e de novo, e de novo...

Minha motivação é dizer boas palavras e as "más" também, porque ser realista muitas vezes é ser mau, mas é preciso.

Minha maior motivação é saber que essas palavras apesar de serem simples poderiam ajudar você a saber qual é a minha maior motivação...

By Nicollie Ottobeli

21/08/2008

PORQUE EQUIPES DE CAMPEÕES FRACASSAM




Observei algumas vezes em minha carreira profissional a síndrome de fracasso de algumas equipes que foram formadas pelos melhores em seu ramo de especialização, verdadeiros campeões, pessoas com sólidos conhecimentos técnicos e com histórico de sucesso em outros projetos.

Essa realidade sempre me incomodou pois sempre foram colocadas muitas justificativas para explicar tais fracassos mas nem todos convincentes.

Na análise dessas justificativas detectei ausência de alguns fatores tais como: salários adequados; plano de carreira definido; apoio logístico; horários de trabalho adequados o que sempre me acendeu o aviso de alerta. Porque essas equipes fracassavam?

Vejamos um exemplo recente e de conhecimento público, nossa seleção brasileira masculina de futebol olímpico, ela fracassou, porque? Se você analisar o parágrafo anterior irá encontrar os agentes motivadores de que falei presentes nessa equipe; irá encontrar os melhores jogadores disponíveis em nosso banco de talentos; constatará total apoio logístico; ótimos salários e plano de carreira acessível – Mas porque ela fracassou?

Não adianta responder com simplicidade:

“Ora Vitor, é uma competição e apenas um sai vencedor, sempre alguém terá diferenciais que o outro não tem...não é isso que você ocorre?”.

Ora, se eu estou comparando um time de futebol com as equipes que todos os dias formamos em nossas empresas, tais como: Equipes de: RH, Financeira, Marketing, Produção, etc..., significa que estamos falando de equipes similares a seleção brasileira de futebol, pois ambas competem todo tempo com outras equipes para serem as melhores, as mais eficazes!

Nesse grau de comparações e com mais cuidado, vamos avaliar pequenos detalhes de funcionamento grupal ou individual nessas equipes e talvez possamos chegar a alguma conclusão, utilizaremos como guia os pontos relacionados a seguir. Você irá pensar sobre o assunto e avaliar comparativamente com seus cases e o exemplo da seleção brasileira de futebol que mencionei anteriormente.

Vejamos o que am meu ver pode levar equipes de campeões ao fracasso:

Ø A prepotência de seus integrantes. O “já ganhou” não agrega sucesso às equipes, muito pelo contrário faz com que todos “abram a guarda” tirando características especiais que a equipe possue;
Ø A falta de conjunto, de treino, de saber até onde seu colega vai ou pode até onde por ir. Saber a partir de qual ponto você possa assumir a condução das ações levando-as em frente;
Ø A falta de liderança de seu líder em função das pessoas e do negócio, Atitudes de liderança que são inconsistentes com a característica de formação dessa equipe, líderes que não agreguem pessoas a objetivos e vice-versa, líderes que não trocam experiência e que constantemente não praticam a motivação direcionada a pessoas;
Ø O desprezo sobre concorrentes, não avaliando o cenário em que a equipe está inserida, seus fornecedores e seus clientes finais, ou seja, a equipe não avalia corretamente o mercado em que está inserida;
Ø A falta de exploração dos diferentes talentos existentes nessas equipes em prol do bem comum, tratar iguais os diferentes, afinal equipe de sucesso é resultado da soma das diferenças;
Ø O egocentrismo, onde alguns se acham melhores que os outros. Dessa forma alguns talentos dessas equipes de incomodam profundamente quando em algum momento são orientados a ficar “no banco”, aguardando o momento certo para atuar;
Ø Falta de definição clara de objetivos individuais e da equipe;

Estes são alguns dos pontos que acredito levem a equipes formadas por campeões fracassarem, não conquistarem seus objetivos.

Sabemos que equipes de sucesso, em qualquer circunstância devem levar seus integrantes a agregar valor, a pensar além do que está previsto.

Sabemos que os membros de uma equipe precisam alicerçar sua performance em quatro pilares básicos: Resultado; Comportamento; Conhecimento e Reação. Nesses pilares encontram-se perguntas fundamentais para agrupamento de pessoas.

O que quero de minha equipe? Quais são os resultados desejados a curto, médio e longo prazos? O que vamos fazer para aprimorar nossas atitudes e ações em prol dos objetivos? Realinhar! Reagrupar! Quais são os comportamentos desejados em função dos objetivos? Qual o conhecimento que deve ser adquirido como complemento ao que essas equipes já possuem? Realização de check points em todo processo de produção das equipes.

Claro que como brasileiro, gostaria que nossa seleção tivesse ganhado a medalha de ouro, mas isso seria apenas uma circunstância. O que não pode ocorrer é o fracasso, a perda do foco, o abandono das técnicas em detrimento apenas do comportamento

Viva Brasil – Chegaremos ao SUCESSO com grandes equipes de campeões e você será um deles

Vitor Marques
Gestor de Pessoas, Consultor e Palestrante Motivacional
vitormarquesy@yahoo.com.br
BLOG - http://vitormsmarques.blogspot.com/
Ago/2008

O CONSUMO EXCESSIVO DE NOTICIAS RUINS PODE TRAZER SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS PARA SUA SAÚDE MENTAL

Vivemos em um tempo em que a informação circula na velocidade de um clique. A cada minuto, milhões de conteúdos são publicados, compartilhad...