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16/07/2013

Entrevista de Seleção Mirabolantes são dispensáveis


Perguntas abstratas remetem a respostas na mesma linha de raciocínio. A evolução dos processos seletivos, onde é parte fundamental a entrevista com o candidato, passa por constantes reflexões e transformações ao longo da instituição chamada EMPRESA.

A minha carreira de 37 anos em RH demonstra isso, as gerações se sobrepõe, o desejável ontem é o necessário hoje, o volume de informações que recebemos é cada vez maior e ainda mais, é aplicado mais precocemente na vida das pessoas. Meu filho de 8 anos responde e resolve situações que talvez eu aos 15 nem teria base de resposta e muito menos a resposta.

O grande erro em muitos processos seletivos está em processar informações de seleção pensando na realidade do entrevistador e não do entrevistado, concordo. Entendo também que cada dia mais precisamos pesquisar a universalidade (saber mais de tudo e tudo de mais coisas) no conteúdo de um candidato, já que a bagagem de conhecimento traz flexibilidade de perfil, fato hoje importantíssimo às organizações para desenvolver Talentos multifocados.

Diante disso, concordo que perguntas abstratas são desnecessárias e realmente só intimidam entrevistados, mas cada dia mais, conhecer uma Pessoa de modo universal, além do conteúdo técnico, se torna fundamental. Sabemos que competências da vida social afetam a vida profissional e vice versa, além de outras competências adquiridas na família, na escola, etc.

Conquistamos diferenciais pela maneira como fazemos e o resultado que isso pode alcançar períodos diversos, imediatos ou futuros, nem sempre dimensionados tudo num primeiro momento, mas uma vez completado o conteúdo geral no modo presente, sabemos a medida em que o conhecimento está disponível no perfil do candidato sabendo que isso é o maior tesouro da empresa Capital Humano, mesmo porque sabemos que Capital pode ser utilizado como investimento ou como poder presente de poder.

(Vitor Marques - jul 2013)

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