Se você é cidadão brasileiro precisa ler esse artigo!
O
futebol sempre foi muito mais do que um esporte para o brasileiro. É um
espelho. Nele projetamos nossos sonhos, nossa autoestima, nossas esperanças e,
muitas vezes, nossa própria identidade. Quando a Seleção Brasileira vence,
sentimos que somos capazes de tudo. Quando perde, o silêncio parece ecoar muito
além dos estádios.
A
eliminação do Brasil nesta Copa do Mundo provocou, como sempre acontece, uma
enxurrada de análises. Houve quem culpasse o treinador, quem apontasse falhas
individuais, quem questionasse a formação dos atletas ou a estratégia adotada.
Todas essas observações têm o seu valor. Mas existe uma lição maior que talvez
mereça mais atenção.
Nenhuma
grande conquista nasce do acaso.
Nenhum
título é resultado apenas de talento. O talento abre portas, mas quem levanta
taças é o planejamento. São anos de preparação, investimento na base,
desenvolvimento técnico, disciplina, estratégia e capacidade de corrigir erros
antes que eles se transformem em derrotas.
Essa
lógica vale para o futebol. Vale para uma empresa. Vale para uma família. E,
sobretudo, vale para um país.Estamos
em um ano de eleições. Mais uma vez teremos diante de nós o poder de decidir
quem conduzirá o destino das nossas cidades, dos nossos estados e da nossa
nação. Talvez seja justamente agora que a derrota no futebol possa servir como
uma metáfora poderosa.
Não
podemos esperar resultados extraordinários escolhendo líderes sem projetos
consistentes. Não podemos desejar desenvolvimento se continuarmos premiando
apenas discursos fáceis, promessas vazias ou disputas que alimentam a
polarização, mas empobrecem as soluções.
O
Brasil precisa amadurecer politicamente.
Precisamos
aprender a votar olhando menos para o espetáculo e mais para o planejamento.
Menos para a emoção do momento e mais para a competência demonstrada. Menos
para a retórica e mais para os resultados concretos.
O
verdadeiro líder não governa apenas para o próximo mandato. Governa pensando na
próxima geração.
Nosso
país possui riquezas naturais incomparáveis, um povo criativo, universidades
capazes de produzir conhecimento, um agronegócio competitivo, uma indústria que
pode voltar a crescer, uma posição estratégica no cenário internacional e um
enorme potencial em energias renováveis, tecnologia, economia digital, turismo,
inovação e economia criativa.
O
que frequentemente nos falta não é potencial. É continuidade. É visão de longo
prazo.
É
capacidade de transformar políticas públicas em projetos de Estado, que
sobrevivam às mudanças de governo e sirvam verdadeiramente à população.
O
Brasil precisa colocar a educação no centro de todas as decisões. Precisa
investir na formação de professores, na primeira infância, na ciência e na
pesquisa. Precisa modernizar sua infraestrutura, ampliar a conectividade,
fortalecer a segurança jurídica para atrair investimentos, simplificar o
sistema tributário, incentivar o empreendedorismo e preparar trabalhadores para
as profissões que surgem com a transformação tecnológica.
Também
precisamos enfrentar com seriedade desafios históricos, como a redução das
desigualdades, o fortalecimento do sistema de saúde, a melhoria da segurança
pública, a preservação ambiental com desenvolvimento sustentável e uma gestão
pública baseada em eficiência, transparência e responsabilidade.
Nada
disso acontecerá por mágica.
Assim
como uma seleção campeã não se monta poucos meses antes da Copa do Mundo, um
país desenvolvido não se constrói durante uma campanha eleitoral. Ele é fruto
de escolhas responsáveis, planejamento consistente e compromisso permanente com
o interesse coletivo.
Durante
décadas repetimos que o Brasil era "o país do futuro". Talvez essa
frase tenha servido como esperança. Mas esperança, sozinha, não constrói
estradas, não melhora escolas, não gera empregos nem prepara jovens para
competir no mundo.
Já
passou da hora de deixarmos de ser apenas o país do futuro.
Precisamos
ser o país do presente que prepara, todos os dias, um futuro melhor.
A
boa notícia é que esse jogo ainda está em andamento.
Cada
cidadão terá, nas urnas, a oportunidade de participar da escalação do time que
conduzirá o Brasil pelos próximos anos. Essa escolha não pode ser feita como
quem escolhe uma torcida. Deve ser feita como quem assume a responsabilidade
pelo destino de uma nação.
O
voto continua sendo a ferramenta mais poderosa da democracia. Não decide apenas
quem vence uma eleição. Decide quais valores serão fortalecidos, quais
prioridades serão perseguidas e qual legado deixaremos para os nossos filhos e
netos.
No
futebol, às vezes é preciso esperar quatro anos por uma nova oportunidade.
Na
construção do país, cada voto é uma oportunidade de começar a vencer hoje.
Que
façamos escolhas conscientes, exigindo preparo, competência, ética, capacidade
de diálogo e visão de futuro. Porque o Brasil que desejamos não nascerá do
acaso. Nascerá das decisões que cada um de nós tiver a coragem e a
responsabilidade de tomar.
FRISANDO O CONCEITO GERAL: Ressalto que o que temos e tivemos até hoje, não vale de nada para a atual conjuntura. Destaco que planejamento, organização, zelo, cuidado, politicos honestos, cuidados básicxo com a população e mais uma enormidade de necessidades - Elas precisam começar e continuar, jamais algo de uma hora para a outra, improvisada, assim como fazem com a seleção de futebol e a nossa politica desde o Império funcionará.
É PRECISO MUDAR COM PLANEJAMENTO, COM FOCO NO RESULTADO QUE AS PESSOAS DESSE PAÍS E DO PLANETA PRECISAM NO PRESENTE E FUTURO. O QUE TEMOS NÃO FUNCIONOU NUNCA. É PRECISO NOVAS ESCOLHAS MAS COM PLANEJAMENTO DO QUE NECESSITAMOS
Executivo de RH, Jornalista, Escritor Consultor de
Pessoas