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30/04/2014

UMA QUESTÃO DE GEOMETRIA

Filósofos perdidos e filosofando estou pensando na geometria dos pensamentos
Esferas, quadrados, losangos, trapézios, retas em alongamento.
Figuras absolutas, constantes e pragmáticas,
Descobri que prefiro os círculos
Giram em torno do centro, olha e enxergam todos as imagens dentro de sí
Círculos são planetas, Sóis imensos no universo,
São rodas, botões, anéis, arruelas e moedas,
São flores, são frutos – são explosões de cor.
Nas esquinas param, avançam e chamam a atenção com seus redondos coloridos.
Nas mesas – pratos e copos que acumulam energia
Os círculos são rodopiantes, vibrantes, emocionantes...
Ah! Círculos são as células corporais, multiplicando-se em novos círculos infinitamente.
Vida que brota naturalmente
Uma gota começa em círculo, deforma-se e cai ...
Ao tocar o solo começa a dissolver num circulo, de dentro pra fora.
Círculos são as “meninas dos olhos” – a íris levemente colorida,
Diz tudo de mim, de você.
Mentiras, Verdades, Sinceridades, Tristezas,
Tudo veem, percebem e acolhem...
Julgam e interpretam, comunicam ódio, amor
A circunferência é a razão mínima da verdade máxima
Pois sempre que sonho, penso em círculos que se completam
Assim como o ciclo, digo o circulo da Vida.
Viva as circunferências e seus lados,
Lados ocultos no redondo vibrar das ondas em um lago

(Vitor Marques)

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