A vida tem um curioso hábito de nos ensinar baixinho.
Quando somos jovens,
acreditamos que ela mora na velocidade dos dias, na ansiedade das conquistas,
na urgência de chegar primeiro. Corremos atrás de diplomas, de cargos, de
aplausos, de certezas. E, sem perceber, confundimos o caminho com a linha de
chegada.
Ele vai retirando de nossos
ombros o peso daquilo que nunca foi essencial. Vai nos mostrando que algumas
vitórias fazem muito barulho e pouco sentido, enquanto certos gestos
silenciosos carregam a eternidade dentro de si.
Há uma manhã em que acordamos diferentes. Não porque o mundo tenha mudado, mas porque os nossos olhos aprenderam a enxergar.
O sentido transforma quem
caminha.
Seremos lembrados pela paz
que levávamos conosco, pelas mãos que estendemos, pelas palavras que
confortaram e pela luz discreta que deixamos acesa na vida de alguém.
E talvez seja esse o mais
bonito sentido da existência: passar pelo mundo sem fazer dele um lugar mais
pesado, mas um pouco mais humano.
É fazer com que o tempo, ao
atravessar por nós, nos transforme em pessoas melhores.
VIVA BEM!
Vitor M S Marques
Executivo de RH, Palestrante, Jornalista e Terapeuta Radiestésico
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