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Caro(a) candidato(a),
Como se Comportar em uma Entrevista de Emprego
Você está procurando um trabalho que lhe traga mais felicidade, perspectivas de carreira ou qualidade de vida, mas não sabe como se comportar em uma entrevista de emprego conduzida pelas melhores empresas do Brasil?
Se este for o seu caso, preste atenção, pois o que vou compartilhar agora irá mudar a sua maneira de pensar e poderá lhe ajudar a atingir os seus objetivos profissionais.
Antes de tudo, deixe me apresentar e contar um pouco sobre a minha história.
Meu nome é Byong Kang e sou formado em Engenharia Química na Unicamp. Durante o período da faculdade, investi muito tempo e dinheiro para me qualificar e ter um currículo impecável.
Eu falo 4 idiomas (português, inglês, espanhol e coreano), fiz um intercâmbio nos EUA onde trabalhei e paguei tudo por conta própria, sempre tirei notas acima da média e fiz diversas atividades extracurriculares (cursos de idiomas, trabalhos sociais etc).
Considerando que, no Brasil, apenas 12% da população tem um diploma de ensino superior e uma parcela menor ainda teve acesso à uma educação de primeira linha, acreditei que com o meu currículo, seria relativamente fácil de ser contratado pelas maiores e melhores empresas do país.
Afinal, se o que mais se ouve, atualmente, é que falta mão de obra qualificada no Brasil e eu era um dos poucos qualificados, a consequência natural é que as empresas correriam atrás de mim, certo?
Errado!
Dicas de entrevista de empregoE a vida me mostrou da pior forma possível: Fui reprovado, seguidamente, em mais de 10 processos seletivos.
Isso foi um choque! Eu não conseguia entender o porque estava sendo reprovado, mesmo tendo um currículo tão completo.
Eu sempre fui uma pessoa calma, comprometida com o trabalho, não era mimado e sabia valorizar as minhas conquistas. Se as empresas não queriam este tipo de profissional, quem elas queriam?
Depois de muitas reflexões, notei algumas características que eram comuns à todos os aprovados: Eles sabiam como se comportar em uma entrevista de emprego e tinham um ótimo jogo de cintura para dar boas respostas em situações difíceis.
Eu, por outro lado, não tinha essa “malícia”. A realidade é que nunca havia participado de um debate com muita pressão e que exigia a minha resposta rápida e certeira.
Foi aí que percebi a importância de desenvolver essa habilidade. É claro que não iria mudar a minha personalidade da noite para o dia, mas queria, pelo menos, ter algumas “cartas nas mangas” para não ser pego totalmente desprevenido.
O momento da virada…
Após diversas entrevistas, percebi algumas tendências e passei a me preparar melhor. Refleti sobre cada reprovação, mudei o meu comportamento em algumas situações e pratiquei o meu jogo de cintura.
Dicas para entrevista de empregoOs resultados dessa boa preparação me surpreenderam: Superei milhares de candidatos e fui aprovado em várias empresas extremamente concorridas.
Se antes, eu estava praticamente implorando para me darem uma chance de mostrar o meu trabalho, agora eu estava na posição de escolher qual empresa me interessava mais.
Não estou dizendo isso para me vangloriar, e sim para mostrar que não é preciso ser nenhum “super prodígio” para passar em entrevistas de grandes empresas. Basta ter vontade, seguir alguns cuidados básicos e persistir.
O meu objetivo não é oferecer uma receita mágica para garantir a aprovação em uma entrevista de emprego (inclusive, sugiro que desconfie de quem promete isso!), o que eu quero compartilhar é a minha experiência e as atitudes que eu tomei para dar boas respostas ao entrevistador e causar uma ótima impressão.
Uma vez que você entende como funciona a cabeça de um executivo responsável pela entrevista, as chances de ter um bom desempenho aumentam drasticamente!
É exatamente este conhecimento que decidi compartilhar no guia:
Surpreenda o Entrevistador
Guia Completo Para Fazer Uma Entrevista de Emprego Impecável
31/03/2015
27/03/2015
CIRCOS, CIRCENSES, POVO E FUTURO
SE matarmos nossos desejos e sonhos estaremos sendo coniventes com o status de nossos "políticos" e "coronéis".
Que nos imaginemos sempre como Éticos Vencedores em uma sociedade justa e equilibrada...
Vamos continuar pregando o melhor, porque é no melhor que teremos referências.
Não sonhar é como matar os todos os livros do mundo, nos tornaremos burros sem história, presépios de boas intenções, armas de manobra, estátuas em um cemitério de celebridades...
Vitor Marques
Que nos imaginemos sempre como Éticos Vencedores em uma sociedade justa e equilibrada...
Vamos continuar pregando o melhor, porque é no melhor que teremos referências.
Não sonhar é como matar os todos os livros do mundo, nos tornaremos burros sem história, presépios de boas intenções, armas de manobra, estátuas em um cemitério de celebridades...
Vitor Marques
23/03/2015
17/03/2015
NASCER TODOS OS DIAS <> CONQUISTAS NECESSITAM DE APRENDIZADO
A ciência determinou o momento mais traumático que o todo ser humano passa em sua vida: o nascimento. Nesse ponto da evolução devemos superar uma barreira que aparentemente se mostra intransponível, pois saímos do meio liquido para o meio gasoso, mudamos nosso metabolismo de tal forma que radicalmente não viveremos mais da mesma forma que estivemos por até 9 meses, deveremos a partir daquele momento estabelecer novas formas de sobrevivência, um exemplo disso será o choro – Você não chorava no útero de sua mãe!
Então rapidamente temos que aprender novas coisas, novas formas de relacionamento com o mundo que se apresenta, é a primeira constatação de que nossas conquistas necessitam de aprendizado.
O aprendizado custa, investimos de diversas maneiras para obter as habilidades necessárias a conquistar nossos objetivos, criamos habilidades pelo exemplo e as conquistamos pela prática constante. Não seremos perfeitos nas primeiras tentativas, cairemos, escorregamos, evoluímos e num determinado momento que muitas vezes nem nos damos conta, pronto! Estamos com um novo aprendizado incluído em nossas habilidades.
A maior das vantagens do aprendizado é que o que aprendemos nos pertence. Ninguém poderá mais retirar isso de nosso corpo. Corpo e Alma aprendem e dividem a responsabilidade por executar o aprendizado em prol de nossas conquistas.
Não há como conquistar nada, absolutamente nada sem que tenhamos Atitude para isso, então aqui entra um novo componente na máxima que dá titulo a este artigo:
Atitude vira antes do aprendizado e somente com a soma desses dois componentes teremos nossas conquistas
ATITUDE + APRENDIZADO = CONQUISTAS
A atitude é oriunda de nosso nascimento, pois o universo do útero nos pressiona, não temos mais espaço para crescer, as condições do ambiente nos sufocam, impõe mudanças, enfim exige que tomemos uma decisão. Não é por acaso que uma das definições de atitude é “modo de ter o corpo”.
Diante das definições de atitude uma delas complementa a anterior, ou seja, atitude é “modo de proceder”, assim precisamos estabelecer os bons modos de proceder para adquirir o aprendizado suficiente e preciso para alcançarmos nossos objetivos, conquistas.
O mundo em que vivemos nos impõe uma variedade imensa de necessidade de tomar atitudes, todos os dias nos depararam com novas formas de fazer algo. No mundo corporativo a busca por talentos é uma necessidade que está levando os profissionais de RH a utilizar antigos aprendizados de forma a obter novas ferramentas para obter novos resultados. Os velhos anúncios de jornal estão condenados, os grupos de divulgação na internet os substituíram. Os convênios com as escolas obtêm certo efeito, mas sob risco constante da perda do investimento.
A pergunta que mais se faz hoje nas empresas é: Preciso contratar, não temos candidatos qualitativos, talvez quantitativos, onde estão os Talentos?
Quando achamos são disputados “a tapa”, hoje leio o jornal de Uberlândia e verifico que uma grande empresa da região criou um programa de retenção de talentos que sorteia motocicletas...são as novas ações decorrentes de velhos aprendizados que comentei.
Mas voltando a essência desse artigo, devemos avaliar a raiz da fórmula para conquistas, nossas atitudes, elas que vão definir onde buscar o novo aprendizado. Em nossa carreira atitude é tudo, afinal quantos ficam pelo caminho, acomodados na repetição de velhas atitudes que darão cada vez menos resultados, pois o mundo mutante transforma e redimensiona o que queremos conquistar. Se 20% de nossas atitudes refletem 80% de nossos resultados, devemos agora começar a nascer para o novo, sair do meio liquido e confortável, isolado para o meio do relacionamento e desenvolvimento do aprendizado, somente assim teremos as conquistas que permanecerão efetivas e eficazes.
HOJE É UM MOMENTO ESPECIAL...SUAS CONQUISTAS ESTÃO À CAMINHO!
Vitor Marques
Executivo de RH, Coache e Palestrante
02/03/2015
NÃO VIVEMOS DE SONHOS
A CIDADE NECESSITA DE PREPARAR SUA POPULAÇÃO
É fato de que as redes sociais tem proporcionado uma fonte significativa informações de ordem geral. Normalmente são colocados assuntos que afligem a população e que estão presos na consciência coletiva. Aspectos ligados normalmente a problemas estruturais no ambiente da cidade, país e planeta. Cada vez mais o que se debate está ligado a vida cotidiana do cidadão. Esse mecanismo de exposição gera além do relato de desabafo uma quantidade imensa de informações sobre a fonte dos problemas e inclusive de sugestões para solução.
É fato também que os envolvidos como agentes de solução ainda não se aperceberam disso ou não querem dar ouvidos ao que é exposto, ou melhor, dar voz e ação a esse mecanismo, se abstêm de tomar atitudes e “deixam o barco ir de acordo com a maré”, vejamos um dos pontos que as mídias sócias expõe e que são direcionadas a Santa Rita do Passa Quatro e que vem sendo exposta sistematicamente com pouco ou quase nada realizado a respeito.
O tema é: Atendimento e Qualidade de serviços relacionados a Pessoas e Empresas em nossa cidade:
(Relatos): “Em Santa Rita o atendimento (pessoas) do comércio, indústrias, tudo - tudo é muito ruim”; “Aqui só se quer emprego, trabalhar jamais”; “Fui atendido muito mal”; “O pessoal precisa de treinamento aqui, vou a outras cidades porque isso é melhor lá”; “Falta emprego mas também falta oportunidade de treinamento para melhorar a prestação de serviços e a qualidade do que se oferece aqui na cidade”; “Não são só empregados que atendem mal, os donos de estabelecimentos também, inclusive fecham suas portas na cara dos clientes e acham que estão fazendo favor a nós”; “Os donos dos estabelecimentos muitas vezes são os exemplos de como não atender seus clientes”..
Percebemos nessas colocações o apelo coletivo para melhoria do atendimento das Pessoas, Empresários e Empresas. É notório perceber que a busca pelo consumo fora da cidade tem como uma das fontes fundamentais a DESQUALIFICAÇÃO QUASE QUE GERAL NO ATENDIMENTO, isso é preocupante, mas ao mesmo tempo dá oportunidade ímpar de atuar na melhoria desse desvio o que provocará evolução econômica e qualitativa na nossa cidade.
Precisamos qualificar as Pessoas. Devemos entender que a obrigação de desenvolvimento da carreira é cada um, mas com o apoio social, é necessária ação conjunta de capacitação a nossa população ativa ou em formação. Aqueles que efetivamente estão na linha de frente da gestão e da economia municipal aliados a todas entidades administrativas da cidade (isso ocorre também nos órgãos públicos que realizam o atendimento à população em geral (prefeitura, hospital, autarquias, repartições, fiscalizações, etc.). É bem comodo culpar e não agir, é fácil só criticar e não ajudar, é extremamente fácil administrar usando a técnica “Pôncio Pilatos – Lavando as mãos”, o difícil e necessário é promover ações de SOLUÇÃO.
Precisamos prepara a população, cada um deve se unir e provocar isso, não só em mídias mas em atitudes. Treinamentos de atendimento à Pessoas, Empresas sendo fonte de produtos e Serviços positivos, poder público sendo referência. Recentemente ministrei em parceria com o SENAC e SERT (Secretaria das Relações do Trabalho de SP) um treinamento de capacitação para 70 Pessoas, foi gratificante constatar que é possível transformar uma pedra bruta em diamante, que sá isso possa ser feito por aqui, quem sabe possamos nos juntar como cidadãos e dar o primeiro passo, assim forçamos as autoridades e entidades civis e governamentais a AGIR. PENSE NISSO. VENHA PARTICIPAR E CONTRIBUIR NESSA IDÉIA, não há como viver eternamente nos sonhos que somos cidade turística, que devemos ter um comércio atuante e dinâmico, que devemos dar opções de lazer as crianças, jovens e adultos, chegou a hora de parar de sonhar, BASTA!
27/02/2015
A ZÂMBIA É AQUI, É LÁ, NÃO TEM MAIS FRONTEIRAS.
A água atrelada ao dinheiro para sua retirada. As crianças e adultos com a saúde / sobrevivência maltratada
A causa é extremamente nobre, mas fico triste porque nos dias de hoje ainda temos isso em nosso dita "civilização humana". Uma guerra silenciosa provocada POR TODOS NÓS consome a nós mesmos.
A ZÂMBIA é aqui, BRASIL, ÁFRICAS, AMÉRICAS, ASIAS, em todo lugar...é talvez no seu bairro... na sua rua
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"A crise hídrica resgata a discussão sobre como aproveitamos a água no dia-a-dia.
Enquanto nos preocupamos se sairá água de nossas torneiras, em Zâmbia, crianças precisam caminhar por 3 km para ter água semi-potável.
Uma iniciativa da organização World Vision Water está levando água limpa para vilarejos do país"
ACESSE O LINK ABAIXO E ENTENDA O QUE FOI ESCRITO AQUI...
https://www.youtube.com/watch?v=WLu2axlFK78
26/02/2015
SER BOM JÁ NÃO BASTA!
TRANSFORMANDO - SER BOM JÁ NÃO BASTA!
O ideal é obter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor". Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego. Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz. imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários. Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140 km / hora, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente pelo melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "BOM" que já temos. A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos". As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo a cada instante, mesmo numa casa de taipa.
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem. O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer. Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e, na busca de tudo que nos dizem ou imaginamos ser "melhor", a gente nem percebeu?
Pensem nisso!
Transformar e reciclar pode mudar o mundo, sua cidade e principalmente você
O ideal é obter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor". Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego. Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz. imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários. Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140 km / hora, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente pelo melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "BOM" que já temos. A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos". As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo a cada instante, mesmo numa casa de taipa.
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem. O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer. Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e, na busca de tudo que nos dizem ou imaginamos ser "melhor", a gente nem percebeu?
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